Videoaulas gratuitas ensinam a fazer de TCC a tese

Atentos a uma das principais dificuldades que alunos de graduação e pesquisadores de pós-graduação têm no decorrer dos cursos: a elaboração do trabalho de pesquisa de conclusão, professores de algumas instituições como a FGV (Fundação Getulio Vargas),  Unifesp (Universidade Federal de São Paulo ) e UniSantos (Universidade Federal de São Paulo) resolveram disponibilizar uma série de videoaulas abertas sobre o assunto na internet.

– Veja também: Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Ofertadas gratuitamente, as aulas ajudam os acadêmicos na elaboração de trabalhos de conclusão de curso (TCC), monografias, dissertações e até teses de doutorado. Nos vídeos sobre a confecção de monografias, por exemplo, o professor Fábio Maiomone, da UniSantos, oferece todo o conteúdo quase em um formato de curso modular. Ele explica, passo a passo, cada uma das partes que compõem uma monografia (título, justificativa, objetivos, referências etc). Todas as videoaulas foram produzidas pelos próprios professores e foram disponibilizadas no YouTube.

Crédito Dmitry Erashov / Fotolia.com

“Por definição, os trabalhos de conclusão de curso são sempre a coisa mais difícil que o aluno precisa fazer. É o momento que ele tem que sair da zona de conforto e tentar criar algum tipo de originalidade acadêmica. O domínio da formatação do trabalho é fundamental”, fala o especialista em educaçãoClaudio de Moura Castro, ex-diretor geral da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), agência federal de fomento responsável pela avaliação da produção científica dos programas de pós-graduação no país.

Autor do livro A prática da pesquisa – obra que fala sobre a concepção de trabalhos acadêmicos –,  Castro ainda destaca a seriedade que o estudante deve ter no momento de elaboração da sua pesquisa. “O aluno deve sempre primar pela qualidade metodológica do trabalho acadêmico. E o orientador não deve amenizar a cobrança. Infelizmente, em algumas universidades, principalmente na graduação, isso não ocorre”, diz o especialista.

Então, para facilitar a vida do formando e do pós-graduando, o Porvir resolveu mapear além das videoaulas, uma série de materiais adicionais gratuitos que podem ser consultados e até baixados. Confira a listagem completa a seguir:

TCC (Trabalho de conclusão de curso de graduação)
Instrutor: professor José Carlos Abreu (Fundação Getúlio Vargas)


Material adicional gratuito para consulta:
1. Confira modelo pré-formatado de TCC elaborado pela USP São Carlos
2. Aprenda a utilizar o Prezi como alternativa aos slides do Powerpoint
3. Descubra uma nova forma de apresentar o trabalho com o Mural.ly

MONOGRAFIA (de Graduação ou de Especialização)
Instrutor: professor Fábio Maiomone (Universidade Católica de Santos)

Veja outros vídeos sobre cada uma das partes que compõe a monografia

Material adicional gratuito para download:
1. Leia as principais recomendações para a monografia feitas pela USP
2. Confira as instruções detalhadas para elaboração de uma monografia
3. Baixe a ferramenta Monogrando para ajudar na formatação do trabalho

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
Instrutor: professor Alexandre Barros (Cientista Político)


Material adicional gratuito para download:
1. Confira as diretrizes sobre dissertações disponibilizadas pela USP
2. Leia o manual sobre a confecção de dissertações da UFRJ
3. Conheça os softwares usados para facilitar a elaboração da dissertação

TESE DE DOUTORADO
Instrutor: professor João Luiz Azevedo (Unifesp)


Material adicional gratuito para download:
1. Baixe o manual de elaboração de teses publicado pela UFRJ
2. Organize a rotina de estudo com o orientador com o software Colabolo
3. Acesse um modelo de esqueleto de uma tese de doutorado da COPPE

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Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.

A redação de trabalhos científicos, elaborados para serem publicados em revistas de alto impacto (como a ScienceNature e a Clinics) é um dos gargalos para o crescimento da produção científica das universidades, incluindo a própria USP, afirmou o pró-reitor de pesquisa da instituição Marco Antonio Zago, em reunião recente com dirigentes da universidade. ”A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse  Zago.

crédito Brian Jackson/Fotolia.com
É por isso que o curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper

Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.

Inovação

O baixo índice de repercussão internacional de parte da pesquisa produzida nacionalmente é um dos principais problemas que impactam diretamente na inovação do Brasil. No ranking do Índice Global de Inovação 2013produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, por exemplo, o país ficou em 64ª lugar entre 142 países.

A análise de problemas na qualidade dos artigos científicos foi um dos destaque nas reuniões do último encontro realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife, no final de julho. Na ocasião, representantes de agências de fomento apontaram a necessidade de estimular a qualidade dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros, especialmente quando os artigos são feitos em inglês.

Offline

E para quem preferir o curso presencial, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, dia 17 de agosto, das 8h30 às 17h30, o curso avançado Como elaborar artigos científicos para eventos e revistas. O curso será ministrado por Gilson Volpato, professor do Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.

Informações: (11) 3091-2949

Data: ago. 2013
Fonte: porvir.org

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.

A redação de trabalhos científicos, elaborados para serem publicados em revistas de alto impacto (como a ScienceNature e a Clinics) é um dos gargalos para o crescimento da produção científica das universidades, incluindo a própria USP, afirmou o pró-reitor de pesquisa da instituição Marco Antonio Zago, em reunião recente com dirigentes da universidade. ”A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse  Zago.

crédito Brian Jackson/Fotolia.com
É por isso que o curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper

Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.

Inovação

O baixo índice de repercussão internacional de parte da pesquisa produzida nacionalmente é um dos principais problemas que impactam diretamente na inovação do Brasil. No ranking do Índice Global de Inovação 2013produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, por exemplo, o país ficou em 64ª lugar entre 142 países.

A análise de problemas na qualidade dos artigos científicos foi um dos destaque nas reuniões do último encontro realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife, no final de julho. Na ocasião, representantes de agências de fomento apontaram a necessidade de estimular a qualidade dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros, especialmente quando os artigos são feitos em inglês.

Offline

E para quem preferir o curso presencial, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, dia 17 de agosto, das 8h30 às 17h30, o curso avançado Como elaborar artigos científicos para eventos e revistas. O curso será ministrado por Gilson Volpato, professor do Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.

Informações: (11) 3091-2949

Data: ago. 2013
Fonte: porvir.org

Curso de C online e gratuito

POSTED BY SERGIO GRAÇAS ON MARÇO – 18 – 2013
ccO site C Progressivo é um portal voltado exclusivamente ao ensino da linguagem de programação C, que é sem dúvidas a mais importante e usada no mundo, principalmente no meio GNU/Linux.
O site é totalmente online, gratuito e não é necessário clicar em nada ou fazer qualquer tipo de cadastro para ter acesso ao curso. O site é dividido em seções, que são dividias em capítulos, como se fosse um livro.
O site C Progressivo é, na verdade, uma apostila digital, com aulas, exemplos de códigos bem comentados, exercícios propostos, exercícios resolvidos e comentados, criação de jogos e aplicativos úteis.
Embora seja voltado para os iniciantes na linguagem, por apresentar conteúdo em uma forma simples, didática e com muitos exemplos, pode ser usado como referência para programadores em C, por ter todo seu conteúdo bem dividido.
Quem for totalmente iniciante em programação, poderá acessar a seção Comece a Programar, do site base Programação Progressiva, para saber o que é programação, linguagens de programação, para quê servem, onde são usadas e outras informações do tipo.
O diferencial do curso se encontra no Índice, pois lá você encontra a ordem certa para começa a programar em C.
Quem desejar um conteúdo mais específico, basta acessar diretamente:
Embora o conteúdo existente já seja maior e mais completos que muitos livros, apostilas e cursos presenciais por aí, assim como o site de Java, ele continuará sendo atualizado, principalmente com dúvidas e questões enviadas pelo leitores.
Como é um projeto totalmente gratuito e livre, contamos com seu apoio na divulgação (Likes, +1), com sugestões, indicação de aulas, erratas e críticas. Bons estudos.

Fonte e Créditos: aqui

 

Fonte: revista.espiritolivre.org

Pra trabalhar com Linux é importante ter certificação?

Pra trabalhar com Linux é importante ter certificação?

A certificação é algo muito comum entre os profissionais de informática. É uma das maneiras que os fabricantes de hardware e software encontraram para medir o quanto um profissional conhece de determinado assunto. A certificação profissional é muito usada pela área de recursos humanos das empresas na escolha de profissionais em processos seletivos.

O profissional pode comprovar que detém o conhecimento de determinada tecnologia. Geralmente as empresas que certificam geram uma credencial para consulta posterior.

O que é o LPI ?

O Linux Professional Institute – LPI – é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia – USA e constituída em 1999 pela comunidade Linux e desenvolve de forma acessível um programa de certificação em sistemas GNU/Linux reconhecido internacionalmente por empresas, empregadores e profissionais de TI.

Certificar-se é uma forma de atestar conhecimentos profissionais, ou seja, validar a eficiência de alguém em determinado assunto.

A principal vantagem da LPI sobre outras certificações Linux é a neutralidade de distribuição, pois as provas do LPI são baseadas no Linux Standard Base, um conjunto de normas que mantém a compatibilidade entre as diferentes versões e distribuições do sistema operacional. A certificação LPI é, portanto, independente de distribuição.

O LPI é reconhecido como a primeira organização do mundo a defender e ajudar o uso profissional do Linux, Open Source e Free Software através de certificação profissional. Os exames de certificação do LPI são aplicados em milhares de lugares no mundo, em vários idiomas e com o apoio de empresários, fabricantes e instrutores.

Organização em níveis

A certificação LPI possui 3 níveis

  • Linux Professional Institute Certification Level 1 – LPIC-1
  • Linux Professional Institute Certification Level 2 – LPIC-2
  • Linux Professional Institute Certification Level 3 – LPIC-3

LPIC-1 é uma certificação de nível júnior para administradores Linux. Você deve ser capaz de executar tarefas de manutenção com a linha de comando, instalar e configurar uma estação de trabalho e ser capaz de configurar uma rede básica.

LPIC-2 é destinado a profissionais avançados do Linux. Para receber LPIC nível 2, você deve ser capaz de administrar pequenas redes mistas de médio porte e oferecer sugestões para a alta gerência.

LPIC-3 é projetado para profissionais de Linux de nível sênior em um ambiente corporativo. Você deve ser capaz de conceber, arquitetar,instalar e solucionar problemas de software LDAP e integração com o Active Directory.

As Provas

Cada nível possui duas provas:

LPIC-1 : provas 101 e 102
LPIC-2 : provas 201 e 202

LPIC-3 : provas 301, 302, 303, 304

O conteúdo das provas pode ser encontrado aqui. 

Cada prova possui 60 questões, a pontuação é de 200 a 800, para conseguir êxito nos exames do LPI, o candidato deve obter uma pontuação maior que 500 em cada prova.

Se você quer se manter bem preparado pras provas da LPI, acompanhe nossa coluna Dicas para Certificação LPI aqui!

Provas em papel (PBT – Paper Based Tests)

As provas em papel são parecidas com exames de vestibular e concursos. Elas são frequentemente realizadas em eventos de software livre, onde há uma grande concentração de interessados em se certificar. Além disso, as provas em papel são aplicadas em cidades onde há dificuldades de se obter um centro Pearson VUE eletrônica (CBT).

As provas em papel aplicadas no Brasil são geradas e corrigidas pelo LPI Mundial, nos Estados Unidos, e as afiliadas. Os resultados das provas em papel demoram de 15 a 30 dias para serem enviados por e-mail aos candidatos.

Provas eletrônicas (CBT – Computer Based Tests) 

Além das provas em papel, os interessados também podem optar por realizar as provas eletrônicas nos centros de testes da Pearson VUE. As provas eletrônicas podem ser realizadas em qualquer horário e local agendados pelo candidato.
Os resultados das provas eletrônicas saem na hora, assim que o o candidato finaliza a realização da prova.

Se puder faça a prova eletrônica, pois pode muito desesperador a espera pelo resultado.

As provas estão disponíveis em vários idiomas. A LPIC-1 e LPIC-2 em Papel possui opção para o idioma português. Já na versão eletrônica das provas, somente a LPIC-1 possui a opção português.

Disponível em: https://www.lpi.org/

Data: jul. 2013

Fonte: sejalivre.org