Ferramentas para animação – Designer Instrucional

Conheça algumas aplicações que podem ajudar na criação de animações para a web

Criar animações para a web é uma das tarefas mais complexas. Requer sempre muita paciência, atenção, tempo, softwares pesados e um computador com configurações potentes. Mas com o avanço das tecnologias, muitas alternativas surgiram com funcionalidades suficientes para o desenvolvimento de animações. Muitas delas são muito fáceis de operar e valem a pena testar. Confira algumas:

1. EWC presenter 

O EWC Presenter é uma poderosa ferramenta de animação multimídia baseada em HTML5. Apenas com esta descrição já dá para ter uma ideia do que esperar. Em poucas palavras, é o aplicativo dos sonhos de todo designer. A interface simples leva você de forma fácil por todo o processo de criação da animação e reúne uma boa variedade de efeitos. Além disso, é possível colocar objetos com funções drag and drop e incluir templates prontos.

Presenter

2. Make Web Video

O Make Web Video é um web app capaz de criar animações de alta qualidade e apresentações em HD em questão de minutos. Há alguns templates de animação que podem ser escolhidos e textos também podem ser adicionados. O ponto mais forte com certeza é o fato de os usuários não precisarem fazer o download do aplicativo. Basta ter conexão com a internet. Não é uma ferramenta tão completa mas serve bem as expectativas.

Make video

3. VCasmo

Combine imagens em HD, clipes de música e vídeos para criar apresentações e animações completas com o VCasmo. A ferramenta cria animações de alta qualidade que são perfeitas para empresas. Tudo é baseado em HTML5 o que garante a compatibilidade com todas as plataformas e a incorporação dentro de qualquer site ou blog. Há duas versões, uma gratuita e outra paga.

vcasmo

4. GoAnimate

Este é um aplicativo mais indicado para estudantes, professores e profissionais de negócios. O GOAnimate é capaz de criar animações atraentes com efeitos interessantes. Funciona pela web, traz modelos prontos para serem usadas e tem uma interface muito simples. Tudo isso facilita a criação rápida de animações.

goanimate

5. PowTool

O PowToon é a mistura perfeita entre web app para criação de animações para storytelling, apresentações acadêmicas e infográficos. Há inúmeras opções de efeitos que os usuários têm acesso através de um menu. O aplicativo também disponibiliza templates prontos para complementar os projetos e economizar tempo. A qualidade das animações é surpreendente.

powtool

Confira outras quatro ferramentas no Creativebloq

Data: nov. 2013
Fonte: revistaw.com.br

[INFOGRÁFICO] A PSICOLOGIA DAS CORES NO MARKETING E NO DIA-A-DIA

A Psicologia das Cores é muito importante no Marketing e no Dia-a-Dia é fundamental para entendermos o significado das cores e como podemos usar uma determinada cor para nosso benefício.

Cores são poderosas e influenciam diretamente produtores e consumidores. Estudos apontam que:

  • 84,7% dos consumidores acreditam que as cores de um produto são muito mais importantes do que outros fatores;
  • 93% das pessoas avaliam as cores de um produto na hora de comprar;
  • Mais da metade dos consumidores desistem de comprar um produto porque ele não tem sua cor favorita.

Pensando na importância do assunto, o Viver de Blog produziu um rico infográfico com absolutamente tudo sobre a Psicologia das Cores e o Significado das Cores.

Clique na imagem abaixo para baixar uma versão em alta qualidade desse infográfico:

Infográfico Psicologia Cores 600 [Infográfico] A Psicologia das Cores no Marketing e no Dia a Dia

» Clique Aqui para baixar uma versão em Alta Resolução desse infográfico «

 

Data: nov. 2013
Fonte: viverdeblog.com

Governo vai barrar compra de software que impeça auditoria

A partir do ano que vem, o governo não comprará mais computadores ou softwares que não permitam auditoria pelo próprio poder público. A nova norma deve ser publicada hoje no “Diário Oficial da União”.

Com isso, sistemas operacionais como Windows, da Microsoft, e Mac OS, da Apple, deixarão de ser usados caso as empresas dificultem investigação sobre espionagem por meio dos sistemas.

Atualmente, ao instalar um software, os usuários precisam aceitar um termo da fabricante permitindo que sua máquina seja eventualmente acessada pelo proprietário do sistema.

O governo brasileiro quer ter o direito de monitorar qualquer tipo de visualização externa do conteúdo. A preocupação é tentar identificar e rastrear tentativas de espionagem.

Segundo a Folha apurou, a intenção não é promover uma troca massiva de aparelhos e programas, mas impedir que eles continuem sendo comprados sem o atendimento às novas exigências.

Dessa forma, haverá uma substituição gradual de programas tradicionais por softwares livres, como o Linux, caso não haja negociação com as grandes empresas.

A preocupação com espionagem ganhou força no governo desde que surgiram as denúncias sobre o acesso do serviço de inteligência americano a arquivos de autoridades e empresas nacionais.

ECONOMIA

O governo considera que, além de aumentar a segurança, a medida trará economia. O uso de softwares livres encerra a obrigação de pagar as licenças dos programas.
Procurada pela reportagem, Apple não quis comentar a medida.

A Microsoft informou que fornece aos governos “acesso controlado ao código fonte e outras informações técnicas para ajudá-los a avaliar a segurança dos produtos”.

A empresa disse também que está à disposição do governo brasileiro para discutir os “detalhes” da medida.

VALOR INCERTO

Não há ainda uma estimativa do impacto da medida sobre os gastos do governo. Informações mais precisas desses valores só serão conhecidas após a regulamentação, quando será feito um levantamento dos contratos hoje vigentes e das datas em que eles expiram.

Como as licenças são adquiridas em momentos muito diferentes, ainda não é possível fazer uma projeção.

Folha apurou que o governo estima que outra medida de segurança adotada na área de informática -a determinação da presidente Dilma Rousseff de adotar o e-mail brasileiro Expresso, do Serpro, como padrão em toda máquina pública, substituindo o Outlook, da Microsoft -vai gerar uma economia superior a R$ 60 milhões/ano.

Data: nov. 2013
Fonte: www1.folha.uol.com.br

A importância da linguagem Python para profissionais de segurança

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De acordo com algumas observações elementares e outras mais relevantes feitas por Adrian Birsan, pesquisador de segurança do InfoSec Institute, a linguaguem Python é bastante valorosa e agrega um conhecimento muito grande a todos os que se destinam a estudá-la, e posteriormente, colocar em prática esse conhecimento que passaram a adquirir.

Como muitos de nós somos sabedores, Python é uma linguagem de programação orientada a objeto interativo. Ela é muito fácil de aprender e é uma linguagem de alto nível, além de ser extremamente poderosa. Python pode ser executada em Windows, Linux, UNIX, Mac OS X e está livre para usar (mesmo para fins comerciais), uma vez que é baseada em uma licença open source. Ela pode ser usada para escrever ferramentas e scripts personalizados para fins especiais, ao realizar a avaliação de um aplicativo de segurança.

Programação e Disponibilidade de Scanners

Existem scanners de vulnerabilidade comerciais disponíveis no mercado, que podem ser utilizados para a descoberta de vulnerabilidade. No entanto, tais scanners de vulnerabilidade têm suas próprias limitações e até mesmo os scanners mais avançados, por certas vezes, não são capazes de fornecer uma cobertura completa. Isso faz com que o trabalho de um testador de penetração torne-se um pouco mais difícil. Este é o momento onde os scripts / ferramentas personalizadas surgem. Eles ajudam a preencher as lacunas criadas pelo scanner, já que eles são personalizados para atender a aplicação de destino.

Deve-se notar aqui, que todas as ferramentas personalizadas escritas para finalidade específica usando linguagens como Python, não devem ser um substituto para scanners de vulnerabilidade, e, idealmente, devem ser utilizadas para além desses scanners, com a intenção de obter os melhores resultados.

Importância das Funcionalidades de Python para os Pentesters

O objetivo deste artigo é apresentar aos testadores de penetração de aplicações Web com Python e explicar ao mesmos como Python pode ser usado para fazer solicitações HTTP personalizadas – que por sua vez, podem ser expandidas para o desenvolvimento de scripts / ferramentas personalizadas que podem ser desenvolvidas para condições especiais, onde os scanners falharem. Os leitores serão introduzidos em bibliotecas, que podem ajudar um testador de penetração a fazer solicitações HTTP personalizadas, contando com a utilização do Python.

Configurando o Ambiente

Neste artigo, Birsan não irá entrar em detalhes sobre a configuração do ambiente. Se você é um usuário de Linux ou Mac, as chances são altas de que você não precisará instalar Python, uma vez que normalmente ele vem pré-instalado. Para verificar se o Python está instalado em seu sistema, inicie o prompt de comando e digite “python”; se Python vier realmente pré-instalado, o interpreter vai mostrar imediatamente.

Os usuários do Windows podem fazer o download do instalador do URL acima mencionado, e instalar o Python. Para tornar ainda mais fácil o uso de Python, os usuários do Windows podem adicionar Python para o path do sistema, editando uma variável de ambiente. Uma vez feito isso, os usuários podem simplesmente sair do prompt de comando – independentemente do diretório de trabalho atual e ainda serem capazes de invocar o interpreter Python.

Módulos Python para Solicitações HTTP

Python tem vários módulos que podem ser usados ​​para gerar solicitações HTTP personalizados. Nós vamos cobrir dois desses módulos que podem ser usados ​​para o desenvolvimento de scripts personalizados , e pode disparar as nossas cargas , juntamente com a realização das mesmas ações que um testador de penetração realiza manualmente – a única diferença sendo , isso é feito por um script em vez de um manual tentativa .

httplib

Este módulo foi renomeado para httplib.client no Python 3; no entanto uma vez que neste artigo está sendo usada a versão 2.7 como exemplo, o módulo será mantido mesmo como httplib. Normalmente, este módulo não é usado diretamente, mas ao invés do módulo urllib, ele é usado internamente para fazer solicitações HTTP. No entanto, os usuários interessados ​​podem sempre usá-lo.

Para podermos enviar pedidos personalizados, é necessário seguir os seguintes passos:

1. Importar a biblioteca – Antes de utilizar uma biblioteca, é preciso importá-la. Uma vez que neste caso, vai ser utilizada a biblioteca httplib para enviar solicitações HTTP e receber as respostas de volta, é preciso importá-la.

2. Criar uma conexão – Uma vez importada, é possível começar a usá-la imediatamente. Dessa forma, é necessário criar um objeto de conexão em primeiro lugar. Isto pode ser conseguido usando o método httpConnection().

3. Enviar um pedido HTTP – até agora, nenhum pedido HTTP foi enviado. Para fazer isso, é preciso usar o método request (). Isto é, quando o pacote HTTP que foi criado for enviado pela rede para o servidor web de destino, utilizando o método passado como um argumento (no nosso caso GET) .

4. Obter uma resposta HTTP – Agora que já foi enviado o pedido, podemos usar getresponse () para obter a resposta do servidor. Este método irá retornar um objeto de resposta HTTP de volta, e a partir do momento em que ler, vai enviar a saída gerada pelo servidor.

urllib2

urllib2 é um pouco diferente da biblioteca httplib quando se trata de criar e enviar solicitações HTTP. Nesse caso, não há a necessidade de abrir uma conexão e, ao invés de importar, nós podemos fazer um pedido diretamente. Isto é muito mais simples quando comparado com httplib. Sendo assim, sugere-se que os usuários façam uso de urllib2 como é recomendado até mesmo pela própria comunidade Python.

Ressaltando que os leitores devem passar a documentação do Python, para entender quais as funções são suportadas pelo módulo urllib2 no sentido de explorar todo o potencial desta biblioteca, e utilizá-lo durante a criação de suas próprias ferramentas ou scripts. Na sequência, vem uma ferramenta de injeção SQL de amostra que foi criada apenas para fins de demonstração. Ela atinge a página de login do site e injeta um “simple payload”:

1. import urllib

2. import urllib2

3. location = “http://test_target.site/login.aspx”

4. values = {“username”:”‘”,”password”:”password”,”btnSubmit”:”Login”}

5. data = urllib.urlencode(values)

6. req = urllib2.Request (location,data)

7. response = urllib2.urlopen (req)

8. page_data = response.read()

9. print page_data

Facilidade na Projeção de Ferramentas Personalizadas

O script acima é apenas para mostrar a facilidade com que é possível criar ferramentas personalizadas. Além disso, esse script está longe de ser perfeito e vai precisar de muita modificação antes de ser utilizado na prática. Ele só aciona um pedido, enquanto que na vida real a ferramenta deve disparar várias solicitações por iteração sobre a “payload list”. Dessa forma, ele fica como uma espécie de “exercício” para os leitores a percorrer bibliotecas e as funções que ele suporta, para entender como eles podem criar suas próprias ferramentas.

Trabalhando com Cookies e Headers HTTP

A ferramenta da vida real também terá que cuidar do processo de gerenciamento de sessão e, portanto, precisa também lidar com os cookies e outros headers HTTP como referências, tipos de conteúdo, dentre outros elementos. Birsan disse ainda que também precisará iterar sobre a lista de URLs repetidamente, até que todas as nossas cargas sejam disparadas, uma por uma, para cada parâmetro, a fim de assegurar a cobertura.

Considerações Executivas

Python é uma linguagem fácil de aprender, que pode ser muito útil para os testadores de penetração criarem suas ferramentas personalizadas. Assim, os usuários podem criar códigos reutilizáveis ​​usando orientação a objetos do Python, que pode ajudá-los a criar classes que podem ser tanto herdadas quanto estendidas. Python não só pode ser usado para scripting rápido para alcançar pequenas tarefas de automação, mas também para criar vulnerabilidades de classe empresarial, nos processos de digitalização do cotidiano.

Com informações de Net-Security e Under-Linux.

Data: out. 2013
Fonta: revista.espiritolivre.org

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.

A redação de trabalhos científicos, elaborados para serem publicados em revistas de alto impacto (como a ScienceNature e a Clinics) é um dos gargalos para o crescimento da produção científica das universidades, incluindo a própria USP, afirmou o pró-reitor de pesquisa da instituição Marco Antonio Zago, em reunião recente com dirigentes da universidade. ”A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse  Zago.

crédito Brian Jackson/Fotolia.com
É por isso que o curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper

Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.

Inovação

O baixo índice de repercussão internacional de parte da pesquisa produzida nacionalmente é um dos principais problemas que impactam diretamente na inovação do Brasil. No ranking do Índice Global de Inovação 2013produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, por exemplo, o país ficou em 64ª lugar entre 142 países.

A análise de problemas na qualidade dos artigos científicos foi um dos destaque nas reuniões do último encontro realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife, no final de julho. Na ocasião, representantes de agências de fomento apontaram a necessidade de estimular a qualidade dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros, especialmente quando os artigos são feitos em inglês.

Offline

E para quem preferir o curso presencial, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, dia 17 de agosto, das 8h30 às 17h30, o curso avançado Como elaborar artigos científicos para eventos e revistas. O curso será ministrado por Gilson Volpato, professor do Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.

Informações: (11) 3091-2949

Data: ago. 2013
Fonte: porvir.org