E se em vez de ficar se matando com tags HTML, “jacarezinho” sem fechar e divs que não obedecem, você pudesse simplesmente arrastar botõezinhos, janelas e cantos? O Webflow surge com a proposta básica de simplificar a construção de sites responsivos, que funcionam bem tanto para quem acessa nas grandes telas dos desktops quanto para quem vê em tablets e smartphones.

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A ideia surgiu inspirada pelo Blogger, que há cerca de 10 anos era a referência da democratização da publicação para internet – bastava uma ideia na cabeça, um computador e alguns poucos cliques para colocar os conteúdos à disposição de quem quisesse ver. “Era incrível ver quantas barreiras foram postas abaixo por aquela ferramenta [o Blogger], permitindo que pessoas compartilhassem seus pensamentos na web. Não era preciso mais se preocupar com hospedagem, servidores FTP, código HTML, manutenção, etc, etc – bastava digitar um post e clicar em publicar – praticamente mágico”, lembra Vlad Magdalin, um dos criadores do Webflow.

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Elegante e com a promessa de ser altamente eficiente, o Webflow foi construído pela união dos esforços dos irmãos Magdalin – Vlad é desenvolvedor e Sergei é designer – o que permitiu que a ferramenta se tornasse uma promissora mistura das duas expertises. A principal preocupação de Vlad era fazer com que conceitos complicados de CSS, como os seletores e o cascateamento, pudessem ser abstraídos, permitindo que os usuários simplesmente clicassem e arrastassem itens e fossem percebendo na prática quais mudanças ocorrem com as configurações que são feitas.

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Quem se interessar pode testar uma demonstração que está disponível no site do Webflow e que destaca algumas das principais funcionalidades da ferramenta, ou então assistir ao vídeo abaixo, que apresenta o serviço. A dupla Magdalin também está cadastrando o email dos interessados, que serão avisados assim que o Webflow for lançado oficialmente.

No fim das contas, se a ferramenta for capaz de revolucionar e democratizar a construção de sites responsivos tanto quanto fizeram o Blogger e o WordPress, ela é mais do que bem vinda, é necessária!

Com informações: VentureBeat.

Fonte: tecnoblog.net

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